24 de ago de 2009

Série: Família, obra prima de Deus

I. A origem da família.

Um dos princípios básicos que temos é que a família − célula-mater da sociedade – é instituição divina. Qualquer conceituação sobre família que não esteja alicerçada numa origem divina desloca o seu foco do aspecto mais importante, que é o espiritual.

A narrativa Bíblica sobre a formação da primeira família nos fornece alguns elementos importantes acerca da sua constituição:

1) Foi Deus quem instituiu a primeira família. Mais do criar o homem e a mulher (Gn. 1:27), Deus os fez um para o outro, e isto, a partir da necessidade de achar companhia para o homem: “Não é bom que o homem esteja só” (Gn. 2:18). Neste processo, vamos perceber que, após formar a mulher, Deus a apresentou a Adão como sua companheira (Gn. 2:22). Aqui está presente a ação divina em prol da família. Todo casal que pretender constituir uma família vitoriosa precisa seguir este modelo, ou seja, ter a participação de Deus.

2) O sistema de convivência do casal é um sistema de parceria. Vivemos numa sociedade machista em que os homens têm maltratado, explorado e humilhado as mulheres. Isto nunca fez parte do projeto de Deus para a família. O próprio fato de Deus ter tomado uma costela do homem para dela formar a mulher (Gn. 2:21), se por um lado revela que a hierarquia divina prevê uma liderança do homem (Ef. 5:22-33), por outro demonstra que o objetivo primordial é o bem comum. Fosse de outra maneira, Deus não consideraria a mulher uma “ajudadora” do homem (Gn. 2:18). O sistema de parceria é aquele em que as partes trabalham unindo forças em prol de uma causa comum. Assim deve ser o relacionamento na família.

3) O roteiro de Deus para a formação da família. Três verbos empregados em Gênesis 2:24 nos fornecem os passos para a constituição da família conforme os planos de Deus: 1°) Deixar. Ambos, homem e mulher, precisam deixar os pais para formar o lar. A perpetuação desses vínculos muitas vezes tem sido nociva para as famílias jovens. 2°) Unir. O passo seguinte é a união, o casamento propriamente dito. 3°) Tornar-se. Esta etapa diz respeito à comunhão mais íntima da relação conjugal, que é o ato sexual. “Tornar-se uma só carne” faz referência à nova realidade que a soma das partes faz com o casamento.

Qualquer conceituação sobre família que não esteja alicerçada numa origem divina desloca o seu foco do aspecto mais importante, que é o espiritual.

2 Comentários:

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Em Cristo, Maxmiler.

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