29 de ago de 2009

O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males [II]

I. O descontentamento impulsiona a busca pela satisfação terrena.
A Bíblia nos ordena que estejamos contentes com o que temos (Lc. 3:14; Hb. 13:5). Uma falha nesta questão acarretará em múltiplos problemas: queixa, aflição, inveja, ingratidão, cobiça etc. Aqueles que não estão contentes compram coisas que não podem pagar (Pv. 22:7). Vejamos alguns motivos para combater isto:

1) Aqueles que estão sempre querendo mais se tornam infelizes. Salomão foi claro ao dizer: “Quem ama o dinheiro jamais dele se farta; e quem ama a abundância nunca se farta da renda” (Ec. 5:10). Precisamos nos alegrar com o que temos, e não ficarmos pesarosos com o que não temos. Há boas razões para estarmos contentes com nossa prosperidade material: “Melhor é um punhado de descanso do que ambas as mãos cheias de trabalho e correr atrás do vento” (Ec. 4:6). Aqueles que estão sempre querendo mais se tornam infelizes e, mesmo assim, raramente ganham o que estão buscando.

2) Os bens materiais são facilmente transformados em ídolos. Para muitas pessoas, a aquisição de bens materiais se torna a força motora da vida. Ninguém pode servir a dois senhores (Mt. 6:19-24). O desejo de ter o que outros têm se torna uma obsessão que nunca será satisfeita (Pv. 11:28; 23:1-8; 28:22). A avareza é uma forma de idolatria que resultará em castigo por Deus (Cl. 3:5,6). Os ricos freqüentemente negligenciam qualidades e virtudes fundamentais. Muitos sacrificam a honra de um bom nome para obter vantagem financeira (Pv. 22:1; 28:6).

3) O contentamento espiritual é a única área que precisa ser intensificada. O escritor Gary Fisher diz que: “Há uma única área na qual o contentamento precisa ser evitado: é nas coisas espirituais”. Quando a igreja de Laodicéia decidiu sentar-se e descansar porque pensava que tinha tudo, foi um engano terrível! (Ap. 3:14-22). O contentamento espiritual é um sintoma de orgulho (Lc. 18:11-13). O homem com atitude adequada sempre se verá ainda longe da meta e estará redobrando os seus esforços para descer e então crescer (Fp. 3:12-14; I Pe. 5:6; 2 Pe. 3:18).

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