15 de jul de 2009

Jerusalém dos tempos apostólicos aos dias de hoje



"Com a destruição de Jerusalém e do templo no ano 70 d.C. e a devastação de toda a Judéia, a Palestina perdeu completamente sua importância política, e só voltou a alcançar alguma importância depois do ano 323 d.C. quando o imperador Constantino aderiu ao cristianismo, voltando a cair no esquecimento com a decadência do Império Romano (475 d.C.). Exceto nos tempos das Cruzadas (anos 1000 de nossa era), que foram feitas com a "intenção da devolução das terras sagradas" aos cristãos, a Palestina permaneceu esquecida até o fim a I Guerra Mundial, quando os aliados a libertaram do Império Otomano e abriram as portas do país à imigração judaica.

Em 1922, a Inglaterra assumiu por mandato da Liga das Nações, a incubência de colocar a Palestina em condições políticas, administrativas e econômicas que garantissem a instalação de um lar nacional judeu; e foram delimitadas as fronteiras do país, ficando excluída a Transjordânia. O mandato terminou em 1948 com a retirada da administração britânica.

Em 1947 a Assembléia das Nações Unidas votou pelo estabelecimento, na Palestina, de um estado judeu e de um estado árabe. Os arábes palestinianos, não conformados com a situação, deram início a uma série de hostilidades contra os judeus, que resistiram, e em 14 de maio de 1948 foi proclamado o Estado de Israel, com a estrutura de republica democrática, o primeiro governo autônomo do país em 2 mil anos de história. Exatamente no dia seguinte ao término do mandato inglês da Palestina os Estados da Liga Árabe invadiram o território de Israel com o propósito de liquidá-lo. Estava deflagrada a guerra israelense de independência, que só terminou em 1949 (...) e que resultou na ampliação da área do estado judeu além das fronteiras propostas pelas ONU na chamada Revolução Partilha.

Em 1955 voltaram as incursões de bandos armados egípcios no terrítorio israelense, saqueando, matnado centenas de judeus resultando na invasão da península do Sinai por Israel em outubro de 1956, terminando por vencer o inimigo e destruir suas bases de penetração. As Nações Unidas, no entanto, constrangeram as forças israelenses a se retirarem para suas fronteiras anteriores (...). Terminou assim a chamada Guerra do Sinai. De fato as promessas foram cumpridas, mas 10 anos depois, a pedido do Egito (aliado da Síria, provocadora da tensão), as forças internacionais foram retirads das fronteiras israelenses e em 5 de junho de 1967, Israel foi invadido pelos quatro países simultaneamente (Síria, Jordânia, Egito e Argélia), arrastando consigo mais oito estados árabes. Israel enfrentou os inimigos em três frentes: Síria, Jordânia e Egito, destruindo seu poder beligerante em cerca de 100 horas e ocupando todas as áreas ao ocidente do Jordão e quase toda a península do Sinai". (Osvaldo Ronis. Geografia Bíblica)

As ocorrências da atualidade, envolvendo isralenses e palestinos, atos de terrorismo e de retaliação, aparentemente numa luta sem fim, representam a ponta da história em movimento, até chegarem dias em que se cumpram as antiga promessa de Deus aos descendentes de Abraão.

2 Comentários:

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