"Portanto se alguém está em Cristo nova criatura é; as coisas velhas se passaram, tudo se fez novo" 2Corintíos 5.17

1. O que é o fatalismo? - Na Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia de R. N. Champlin lemos que o fatalismo "aponta para inevitabilidade dos acontecimentos com ou sem causas conhecidas". No dicionário Báscio de Filosofia de H. Japiassú encontramos que o fatalismo "(do latim fatalis, fatum, destino), doutrina segundo a qual todos os acontecimentos do universo, especialmente os da vida humana, encontram-se submetidos ao destino... não restando nenhum lugar para a inteligência e a iniciativa humanas". E por fim, no Dicionário Teológico de Claudionor Corrêa de Andrade, CPAD, encontramos a seguinte definição para o fatalismo: "Doutrina de que os acontecimentos operam independentemente de nossa vontade e dos quais não podemos escapar".
2. O fatalismo e as Escrituras - O fatalismo contraria as Escrituras que afirmam ser o homem livre para escolher o seu próprio destino. (Deuteronômio 30.19; Salmos 7.15; Isaías 1.19,20; 715; Oséias 8.7; 2Coríntios 9.6; Galátas 6.17). O fatalismo nega a obra redentora do Calvário. Galátas 3.13,14; 2Coríntios 5.17.
3. Casos concretos nas Escrituras que contrariam a doutrina do fatalismo.
- Pedro, o pescador profano, torna-se um homem restaurado pelo Poder de Jesus e um dos maiores pregadores do primeiro século (Mateus 26.74; Atos 2.14-41; 5.15)
- O endemoninhado agressivo e intranquilo torna-se um homem calmo, em perfeito juízo. Marcos 5.5,15.
- João um discípulo vingativo, torna-se o apóstolo do amor. Lucas 9.53,54; 1João 4.7.
- A samaritana de má reputação torna-se testemunha da verdade. João 4.17,18,29.
- Saulo o cruel e violento perseguidor, torna-se no terno apóstolo Paulo. Atos 9.1; 21.13.
- O insensível carcereiro de Filipos torna-se amigo generoso e compassivo. Atos 16.24,33.